segunda-feira, 17 de abril de 2017
sexta-feira, 24 de março de 2017
Melhor receita de Mandi do mundo
Ensopadinho de Mandi com Pirão do Mesmo
Como um monte de primeiras coisas e momentos em nossas vidas, o primeiro peixe a gente também não esquece. Comigo foi assim, um momento mágico, fantástico! Eu devia ter uns 8 ou 9 anos, estava sozinho sentado dentro de uma canoa apoitada na baixada do mercado em Iguape/SP, onde passávamos as férias. Joguei na água minha linhada de mão, que tio Dito Lula e meu pai entralharam para mim, e uns 2 minutos depois... Tchum! Aquele puxão forte! Tomei um danado dum susto... Foi um “Meu Bom Jesus!” seguido de uma alegria incontida e lá estava eu, com o coração quase saindo pela boca, meio afobado, recolhendo a linha que trazia no anzol um mandi de uns dois palmos, minha primeira pesca, meu primeiro peixe.
Fiquei tão feliz, tão maravilhado, ali sozinho naquela canoa, na beira do mar pequeno, de frente pro pirizal, que peguei minhas tralhas, meu “peixão” e fui embora para casa daquele jeito, de moleque, sabe? Meio correndo, meio andando, meio pulando com o meu mandi ainda pendurado no anzol. É desses momentos simples cheios de significado e alma que somos feitos, não é mesmo? Dá para esquecer?
Fiquei tão feliz, tão maravilhado, ali sozinho naquela canoa, na beira do mar pequeno, de frente pro pirizal, que peguei minhas tralhas, meu “peixão” e fui embora para casa daquele jeito, de moleque, sabe? Meio correndo, meio andando, meio pulando com o meu mandi ainda pendurado no anzol. É desses momentos simples cheios de significado e alma que somos feitos, não é mesmo? Dá para esquecer?
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Crédito da Foto: Paulo Henrique Zioli
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O Mandi
A palavra mandi vem do tupi mãdi'i e é o nome dado a diversos peixes de couro da espéciepimelodus, como o mandi amarelo, o mandi chorão e o mandi tinga encontrados em importantes bacias hidrográficas do nordeste, do sul e do sudeste do Brasil, como a Bacia Amazônica, a do Araguaia-Tocantins, a do São Francisco, a do Prata e a do Ribeira de Iguape, onde podem ser encontrados nadando próximos ao fundo, na beira dos rios, em poços, remansos e boca de riachos.
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| Crédito da Foto: Universidade de Louisiana |
Primo menor dos grandes bagres siluros como a pirara e o pintado, o mandi pode alcançar até 40 cm de comprimento e pesar até 3 Kg. Alimenta-se de tudo, é então onívoro, preferindo larvas de insetos, algas, moluscos, pequenos peixes e fragmentos de vegetais. Sua carne é clara e de sabor muito suave.
RECEITA
Facílimo | de 4 a 6 Porções | Uns 40 minutos
INGREDIENTES
2 ou 3 mandis de bom tamanho
4 tomates maduros, sem pele nem sementes, picados
2 colheres de (sopa) de óleo
2 dentes de alho amassados
2 cebolas picadas
1 punhado de alfavaca e cheiro verde picados
Suco de 1 limão
Sal a gosto
Farinha de mandioca artesanal
Dica: Quer deixar o negócio chique e mais irresistível ainda? Acrescente alguns pitus.
Você Vai Precisar
Duas panelas médias com tampa.
Um coador ou peneira.
PREPARO
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| Crédito da Foto: Blog "Come-se" de Neide Rigo |
“Conserte” (limpe) os mandis e lave-os bem, por dentro e por fora. Tempere-os com o suco de limão, o sal e deixe tomar gosto por uma meia hora.
Importante: Como com qualquer bagre, tome cuidados com as esporas das nadadeiras dorsais e lombar do mandi na hora de limpá-los. Estas esporas tem um serrilhado invertido que é fácil de entrar e difícil de sai da pele, além de possuírem toxinas e bactérias que causam muita dor caso você se machuque com elas.
Corte os peixes em postas e reserve as cabeças para fazer o pirão.
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| Crédito da Foto: Blog "Come-se" de Neide Rigo |
Em uma panela aqueça o óleo e refogue a cebola e o alho. Junte os tomates picados, a alfavaca e o cheiro verde e refogue mais um pouco.
Importante: Retire um pouco deste refogado e reserve para usá-lo no cozimento das cabeças para o pirão. Preste atenção!
Quando os sabores do refogado forem liberados, coloque o peixe e misture com cuidado.
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| Crédito da Foto: Frango com Pequi |
Quando o peixe estiver começando a embranquecer, acrescente um pouco de água, baixe o fogo, tampe a panela e deixe a coisa acontecer.
Enquanto o peixe cozinha, em outra panela coloque as cabeças com um pouco do refogado que você reservou anteriormente. Reservou mesmo, né? Coloque água, acerte o sal e deixe cozinhar.
Bom, neste momento você tem duas panelas no fogo, então preste atenção:
1. Verifique de tempos em tempos se o peixe já está cozido, estando tudo beleza, desligue o fogo e reserve.
2. Quando o cozido das cabeças do mandi fizer um caldo saboroso, desligue o fogo, acerte o sal, se você quiser acrescente aquela sua pimentinha e misture tudo. Coe o caldo e vá juntando farinha de mandioca aos poucos até dar ao pirão uma consistência mole e reserve.
Sirva o ensopadinho de mandi, com o pirão á parte, acompanhado de um arroz branco fresquinho e uma saladinha bacana.
Divirta-se e Delicie-se!
Matéria retirada do http://cozinhatradicionalcaicara.blogspot.com.br
quinta-feira, 23 de março de 2017
Confira quais são as melhores marcas de carretilhas de pesca
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Comprar itens de boa qualidade é indispensável para possui sucesso na pescaria. A carretilha é um item importante para muitas modalidades e se não for escolhida corretamente pode causar danos à vara e não fornecer o desempenho desejado. Para que você não perca em desempenho, confira quais são as melhores marcas de carretilhas de pesca!
Saint Plus
A Saint Plus é uma marca brasileira que possui mais de 10 anos no mercado e que fornece todo tipo de equipamento para pesca. Embora as varas sejam seu carro-chefe, ela é uma das melhores marcas de carretilhas de pesca por oferecer produtos de qualidade e com excelente custo benefício.
A carretilha mais básica da marca é a Lancer Lady LH, de perfil baixo, com chassi de alumínio e 10 rolamentos. Já o modelo Twister 10000 LH também tem chassi em grafite, mas o carretel é feito de alumínio aliviado, tornando o item mais leve e mais eficiente.
Marine Sports
Já a Marine Sports é outra marca brasileira que atua no segmento de pesca oferecendo excelentes opções de carretilhas, inclusive com modelos mais acessíveis em sua cartela.
O modelo Titan Big game SWLH, por exemplo, é ideal para peca de praia, já que possui resistência à água salgada e possui componentes em alumínio resistente à corrosão. A marca também oferece um spincast leve e de qualidade.
Daiwa
A Daiwa, por sua vez, é uma marca intermediária com opções mais baratas e outras de qualidade mais superior. Atualmente a Daiwa é uma das melhores marcas de carretilhas de pesca, considerada uma das mais influentes no mundo, tendo sido fundada em 1955.
Um dos principais modelos da marca, a carretilha Tátula 100 HSL, possui um sistema de oito rolamentos e um sistema inovador de arremesso, além de componentes em alumínio. A Daiwa também possui opções mais elaboradas.
PENN
Já a PENN é a marca mais indicada para a pesca de mar, já que esse é o foco da empresa. No mercado há mais de 78 anos, seus produtos possuem certificações e qualidade inigualáveis.
O modelo de carretilha de pesca Squall 30LWLH traz um equipamento leve, com boa capacidade de linha e sistema com 3 rolamentos em aço inoxidável. A engrenagem de bronze é altamente resistente à corrosão marinha e por isso é ideal para levar para sua pesca em alto mar.
Shimano
Quando se fala em melhores marcas de carretilhas de pesca é impossível não citar a Shimano. A empresa japonesa foi fundada em 1921 e atualmente produz equipamentos para os mais diferentes esportes, incluindo a pesca.
Um dos melhores modelos da marca é o Exsence DC, que garante precisão nos arremessos até mesmo noturnos. O corpo de alumínio resiste a diferentes condições, como a água salgada, e o grande diferencial é o controle digital de freio. O sistema conta com 10 rolamentos e apesar de todas suas características o peso da peça se mantém em 240 g.
Abu Garcia
Quem procura as melhores marcas de carretilhas de pesca, entretanto, irá se deparar com a Abu Garcia. Também fundada em 1921, a marca nasceu na Suécia e hoje é um das maiores influenciadoras no mercado de pesca.
O modelo PB Revo Rocket-L RV03 RC possui um incrível sistema com 11 rolamentos e taxa de recolhimento elevada. Além de sua agilidade no recolhimento, essa carretilha é bem leve e possui apenas 191 g, sendo uma opção ideal para modalidades de alta velocidade.
As melhores marcas de carretilhas de pesca incluem tanto opções nacionais quanto importadas e geralmente incluem equipamentos leves, com sistemas de rolamento eficientes e taxa de recolhimento mais rápida. As opções top de linha, por sua vez, são investimentos que devem ser considerados por quem quer resultados ainda melhores.
Em sua opinião, quais são as melhores marcas de carretilhas de pesca? Conte para a gente nos comentários!
Matéria retirada da internet no http://blog.cremonesi.com.br
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
Qual o anzol apropriado para sua pescaria?
Muitas vezes, é tido como um acessório com o qual o pescador não precisa se preocupar. Mas, na verdade, este pequeno artefato de metal é fator decisivo nas pescarias e, se não for bem avaliado, pode prejudicar muito.
Para ser considerado ótimo, um anzol deve ter algumas características, tais como ponta aguçada, ser muito penetrante (que fisga fácil), ter capacidade de reter o peixe fisgado, resistência e durabilidade. Como se trata de qualidades difíceis de conciliar, na prática, prioriza-se uma ou outra, conforme se esteja praticando pesca leve ou pesada, ou seja, o enfoque em relação às qualidades do anzol muda em função da categoria de pesca. Na pesca de peixes de grande porte, dá-se ênfase à resistência, enquanto na pesca de peixes pequenos o mais importante é que o anzol seja “matador”, isto é, que fisgue facilmente o peixe.
Para saber o tamanho adequado dos anzóis que se pretende usar, é importante ter em mente as espécies que se deseja capturar. Também é bom conhecer um pouco sobre estes peixes, como por exemplo: saber a posição da boca, o tamanho e os hábitos alimentares. Com um anzol muito grande, dificilmente os peixes conseguirão acomodá-lo na boca e, dependendo da espécie, será impossível capturá-la. Por outro lado, anzóis pequenos causam muitos estragos no peixe, pois eles o podem engolir e machucar órgãos internos como brânquias e estômago.
O número que define o tamanho de um anzol é usado individualmente por cada fabricante. A escala mais comumente usada em pesca esportiva é a da Mustad. O tamanho do anzol é inversamente proporcional a sua numeração, até o número 1. A partir deste tamanho, a razão é proporcional e a numeração é acrescida do /0.
ESPESSURAA espessura está diretamente relacionada à resistência do anzol. Os anzóis finos são ótimos para pesca de peixes com a boca frágil, como carpas, ou com os lábios grossos. Os anzóis finos penetram mais e proporcionam uma melhor fisgada, além de machucarem menos os peixes.
FISGAMantendo a fisga sempre afiada, você terá maior eficiência no ato de fisgar o exemplar, além de você poder usar linhas mais finas, tornando sua pescaria mais esportiva e emocionante.
COREmbora este item não seja tão relevante, deve ser levado em conta como um fator que pode interferir na quantidade dos ataques. Às vezes, ouve-se falar que a pessoa jogou só a linha e o anzol sem isca na água e capturou um peixe. Isto pode acontecer devido à cor, podendo o anzol ter sido um atrativo para o peixe. Lembre-se: nem sempre a cor está ligada à qualidade do anzol.
CONSERVAÇÃOOutro detalhe que merece atenção e que é o mais desprezado é a conservação dos anzóis. É comum vermos pescadores usando anzóis enferrujados, com uma péssima conservação. Pescar com anzóis assim é muito arriscado, porque, no momento da fisgada, se for um exemplar e de bom porte, o anzol pode se romper. Anzóis assim são também um grande perigo para o próprio pescador, podendo ele se machucar manuseando-o, tendo grandes chances de adquirir uma infecção, como o tétano.
















quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
SOBRE O TUCUNARÉ AÇU
O Tucunaré Açu (Cichla Temensis)
é a maior de todas as espécies de tucunarés. Tucunaré é um nome indígena que
significa amigo da árvore, nome que foi dado ao peixe por se esconder próximo a
árvores e galhadas. O nome Açu significa grande, por isso Tucunaré Açu. Foram
descritas 15 espécies de Tucunaré, dentre elas a maior, o Tucunaré Açu. Considerado
embaixador da pesca esportiva brasileira. A espécie é responsável por pelo
menos 70% do que é movimentado de iscas artificiais na pesca brasileira. Curiosos,
territorialistas e de hábitos diurnos, a espécie habita água ácidas, com ph
variando entre 5,5 e 6 em águas lentas, com leitos dos rios e lagoas. Cabeça
grande e olho vermelho, manchas oscilares, três manchas verticais, olho falso
na calda, são algumas das características da espécie. O Tucunaré Açu é um dos
peixes de água doce que mais possui explosão em seu ataque na superfície, que
na maioria das vezes vem acompanhado de grandes saltos. Essa é uma de suas
marcas registradas. A espécie proporciona uma briga intensa, comparada a de um
peixe grande de couro. Predador nato, sempre de olha na sua presa. A espécie
possui dimorfismo sexual. O macho apresenta saliência occipital, conhecida como
cupim. Na fêmea essa característica fica mais discreta. Se alimenta de:
pequenas espécies, crustáceos, répteis, anfíbios e até aves. Possibilitando o
uso de diversos tipos de iscas.
LOCAIS PARA PESCADO
TUCUNARÉ AÇU
Bacia do Rio Orinoco
Drenagens do Rio Negro
Rio Uatumã na Bacia do Rio
Amazonas
Bacia do Rio Madeira
LOCAIS PARA PESCAR
Operações Flutuantes, Barcos
Hotéis e Pousadas em terra.
COMO TORNAR SUA PESCA MAIS
PRODUTIVA
A pesca do Tucunaré Açu está
ligada diretamente ao nível da água. Atente-se a dois fatores:
1. Se o rio estiver muito cheio,
há dificuldade porque o peixe está dentro do mato/iapó
2. Se o rio estiver muito raso,
temos que seguir duas linhas de raciocínio:
- Muita gente já pescou no local
e a área está sob pressão de pesca, e o peixe acaba refugando a isca;
- O acasalamento coincide e o
peixe não ataca com água baixa
DICAS
Quando o peixe está muito pescado
e a água está rasa:
- Utilize o jig como se fosse
meia água. Quando o rio está muito cheio:
- O jig também pode resolver, no
princípio da temporada resolve porque o tucunaré está mais embaixo, no final da
temporada porque o peixe refuga menos.
- Trabalhe a isca imitando o que
acontece na natureza, ou seja, observe como se comportam os peixes em fuga, e
procure simular esses movimentos.
- Jig é uma peça essencial e não
pode faltar na caixa de um pescador.
- Quando a água está saindo da
mata e não ocorre mudança brusca de temperatura, e o local não possui grande
pressão de pesca, é possível ter uma bela pescaria com isca de superfície, tais
como: zaras, popper e até hélice e meia água também. - Com o rio muito cheio,
uma isca de profundidade como a crankbait é uma excelente aliada.
- Aprenda a localizar a parte
rasa e mais funda de um lago, represa, espraiado ou baía de rio. São nesses
locais que a espécie se encontra.
- As presas estão normalmente na
água mais rasa. Os bocudos saem da parte mais funda para a captura de seu
alimento.
- Grande sacada: Faça arremessos
no mesmo local várias vezes, estimulando a curiosidade e irritação do peixe,
invadindo o seu local.
CUIDADOS PARA DEVOLVER
O TUCUNARÉ AÇÚ PARA O RIO
Para garantir a saúde do peixe e
fazer com que a espécie continue realizando seu show a parte, não manuseie o
peixe tempo demais. Faça sua foto ou vídeo, você não precisa mais do que 1
minuto e isso garante com que o peixe continue a viver.
PASSOS
Coloque o alicate de contenção
com o peixe dentro da água, tire a isca artificial para não ter risco, troque o
alicate pela mão no opérculo. Mostre o peixe e manuseie, devolva-o na água
rapidamente. Espere ele se recuperar e solte.
O QUE NÃO FAZER
- Manusear tempo demais
- Choque térmico, barco com chapa
quente.
- Se houver a incidência de botos
próximo ao local, encoste o barco próximo a margem, perto da uma galhada e
solte-o o tucunaré.
EQUIPAMENTOS PARA A
PESCA DO TUCUNARÉ AÇÚ
ISCAS ARTIFICIAIS EFICIENTES
Superfície (tradicional)
Popper entre 12cm e 14cm
Stick entre 12cm e 14cm
Zara entre 12cm e 14cm
Hélice entre 11cm e 14cm
(recolhimento contínuo com toques
de vara)
MEIA ÁGUA
Convencionais entre 11cm e 14cm
Iscas Twist Bait entre 12cm e
14cm
FUNDO
Crankbait entre 10cm e 14cm
Jig entre 15g e 20g
DICA
Ande sempre com caixa de garatéias
reservas.
VARAS
3 Cumprimentos:
5.6 pés, 6 pés, 6.6 pés Entre 10
e 25 libras.
VARAS MAIS CURTAS
de 5.6 pés.
Use com iscas de hélices, popper,
zaras.
Características de iscas pesadas,
dificilmente menos de 14 a 15 gr, até 35 gr.
VARA MAIS LONGA
Indicadas para dias com vento,
rio baixo e água limpa. Faça arremessos mais longos, para que o peixe não
assuste com a sua presença. Observação: não é muito aconselhada para hélice
VARA DE MOLINETE
entre 5.6 a 6.6 pés.
DICA
Utilize o jig, fazendo com que
ele suba e desça com o toque de vara. Varas de Ação de ação rápida são
eficientes para pesca de tucunaré. Arremesso preciso de maior facilidade.
CARRETILHAS DE PERFIL
BAIXO
São mais leves e rápidas. Quanto
mais rápida, melhor a carretilha, facilita para você trabalhar uma isca de
hélice que você tem que recuperar uma linha que ficou bamba, para poder esticar
novamente e fazer a hélice trabalhar de maneira correta. Um bom freio, entre 5
e 7kg de freio, lembrando que a gente nunca use freio travado demais para não comprometer
a vara e carretilha.
DICA
Ideal para quando você pescar um
tucunaré açu e ele ir para a galhada ou uma pedreira e tem que tirar o peixe
rápido.
MOLINETES
Tamanhos 2500 até 3000 no máximo.
Freio do molinete sai muito suave, flexível, progressivo,
contínuo, por isso é muitas vezes
é mais aconselhável que a carretilha. Risco da linha enterrar no carretel é
quase zero. Aconselhável também para pesca de jig. Ambos 120 a 150 metros de
linhas. Molinete de recolhimento rápido. Bom freio. 40 ou 50 libras,
multifilamento.
LINHAS
Entre 40 e 50 libras. Observação:
não é necessário colocar uma linha mais forte, pois na hora de frear a
carretilha irá comprometer a vara ou quebrar a carretilha.
LEADER
Recomendado 0.60 mm e 0.70mm e
libragem entre 40 e 50 libras.
Para aproveitar ao máximo sua
pescaria, lembre-se de levar além do equipamento:
- Protetor solar
- Óculos polarizado
- Bons alicates de bico e de
contenção
- Uma boa máquina fotográfica
para registrar seus troféus.
Matéria retirada do site WWW.PESCAPINHEIROS.COM.BR
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
Saiba mais sobre a carretilha curado e citica shimano.
Saudações, estimado pescador e leitor!
Vamos falar nesta postagem sobre dois consagrados modelos de carretilhas de perfil baixo da empresa multinacional japonesa Shimano, cuja alta qualidade e funcionalidade dos produtos que fabrica são reconhecidas ao redor do planeta: a Curado e a Citica.
A carretilha Shimano Curado ganhou, em 2011, a série G, sucessora da série E. Ela manteve, mesmo com a renovação, a tradição de ser uma das carretilhas de perfil baixo mais utilizadas e confiáveis do mundo. Os primeiros modelos da Curado foram lançados a mais de 25 anos, e todos eles conseguiram se tornar “os queridinhos” dos pescadores ao redor do planeta, graças à incrível resistência, durabilidade e desempenho que todos sempre possuíram.
Lançada na Icast 2011, feira que ocorre anualmente nos Estados Unidos e reúne os melhores lançamentos mundiais no ramo da pesca, a carretilha Shimano Curado 200G7, por exemplo, à venda na loja Tralhas e Pesca, teve uma redução de peso em relação à sua antecessora, a Curado E7: são 205 g contra 217 g da versão anterior. A nova integrante da família Curado possui o chassi em alumínio e as placas laterais em grafite, o que contribui para a redução do peso. O carretel, em alumínio Magnumlite, facilita o arremesso de iscas leves e é anodizado, assim como a manivela, característica que maximiza a resistência contra a oxidação.
Dotada de cinco rolamentos (quatro de esferas em aço inox e um de roletes), a Shimano Curado 200G7 possui diversas propriedades exclusivas da Shimano. Entre elas está o sistema de engrenagens de alta eficiência (High Efficiency Gearing – “HEG”), que, dentre outras vantagens, aumenta a capacidade de alavancagem, maximizando o torque, e a velocidade de recolhimento da linha, sem perder a suavidade e o silêncio deste.
Também há o sistema “SF” (Super Free) do eixo central que, sustentado por rolamentos, torna os arremessos mais livres, e o sistema de freio centrífugo variável (Variable Brake System – “VBS”), que permite ajuste de ativo ou inativo dividido em seis pinos ajustáveis, propiciando um balanceamento preciso do carretel. Os discos da fricção são em Dartanium, material mais resistente do que os convencionais e que possibilitam uma frenagem mais eficiente, com uma saída de linha suave, sem trancos.
A Shimano Curado 200G7 ainda possui sistema de arremesso com tecla de engate (QuickFireII), duplo sistema antirreverso (Super Stopper e Assist Stopper), que, com um rolamento de roletes em aço inox, não permite a menor folga – característica que auxilia o pescador na hora de fisgar um peixe, pois ele pode fazê-lo de forma instantânea –, e muitas outras propriedades que a elevam no patamar em que se encontra.
Com a carretilha Shimano Citica aconteceu o mesmo, a exemplo da Curado: a série G foi lançada, de modo a suceder a série E, com carretilhas mais leves e mais ergonômicas. A Citica é mais uma excelente carretilha da marca. Com ótima ergonomia, a carretilha Citica, série G, propicia ao pescador extremo conforto, especialmente em pescarias com iscas artificiais, onde, muitas vezes, a realização de centenas de arremessos é necessária. O chassi dessa carretilha é construído em alumínio, o que garante resistência para o perfeito alinhamento das engrenagens mesmo sob forte carga, enquanto as placas laterais são em grafite, material resistente que auxilia na redução de peso do equipamento.
Semelhante à carretilha Curado no que diz respeito às especificações, a Citica, série G, também possui engrenagens de alta eficiência (High Efficiency Gearing – “HEG”), super dimensionadas que geram, com isso, mais torque e velocidade de recolhimento. Conta também com o sistema “SF” (Super Free) do eixo central, onde este é sustentado por rolamentos, característica que torna os arremessos mais livres e facilita o lançamento de iscas leves. Por sua vez, o “VBS” (Variable Brake System – sistema de freio variável) propicia um balanceamento preciso do carretel, uma vez que permite ajuste de ativo ou inativo dividido em seis pinos.
Os discos da fricção da carretilha Shimano Citica são em Dartanium, a exemplo dos da Curado. Essa carretilha também possui tampa lateral de fácil abertura, sistema de carretel perfurado Lo-Mass(que torna o conjunto mais leve e melhora o arremesso), sistema de arremesso com tecla de engate QuickFire II, sistema antirreverso Super Stopper com sistema complementar Assist Stopper, quatro rolamentos – sendo três de esferas em aço inoxidável blindados e um de roletes em aço inoxidável –, além de outros atributos.
Matéria retirada da internet site: http://www.blogtralhasepesca.com.br/
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